Nutriquest Technofeed Nutrição Animal LTDA

Avenida José de Souza Campos N° 1073

Edifício Helbor, 9º andar, Conjunto 905

Bairro Cambuí, Campinas

CEP 13025-320 - SP / Brasil
 

Telefone: +55 (19) 3305-6636

Telefone: +55 (19) 3294-0884

Email: nutriquest@technofeed.com.br

Copyright© - 2017 NutriquestTechnofeed® - Todos os Direitos Reservados.

Evento Realizado de 07 a 09/06/2017

Durante os dias 7 a 9 de junho, empresa esteve presente na maior feira de negócios de suínos do mundo. Três dias de educação, inovação e network caracterizaram a 29° edição da feira anual de suinocultura mais importante dos Estados Unidos. A NutriquestTechnofeed esteve representada pelo Diretor Comercial, Ricardo César, o Gerente de Negócios Suínos, Sérgio Guastale, o Gerente Técnico, Eduardo Raele, além dos convidados da empresa que puderam
ter a oportunidade de participar da feira e conhecer um pouco mais dos importantes negócios da empresa Nutriquest nos Estados Unidos. Completando nove meses à frente da Gerência de Negócios Suínos da empresa no Brasil, Sérgio Guastale enfatiza que participar ativamente de uma feira de negócios de tamanha importância como a World Pork Expo é “motivo de orgulho e satisfação para toda a equipe, uma vez que nos permite conhecer quem são os parceiros produtores da Nutriquest e qual é a importância da empresa neste imenso mercado americano”. Neste sentido, Guastale, com mais de 20 anos de experiência no mercado de suínos e trabalhando sempre com a vanguarda das empresas de nutrição, é quem comanda hoje na Nutriquest Technofeed o diálogo entre os mercados brasileiro e americano. Para ele, embora sejam ambientes de negócios bem diferentes em termos de modelo de atividade e nutrição, o modelo implantado pela Nutriquest nos Estados Unidos é promissor. “Uma sociedade em que produtores, pesquisadores, fornecedores e economistas trabalham em conjunto para encontrar as soluções mais assertivas para a produção animal, além de inovador, permite que os desafios sejam solucionados e suplantados de forma ágil, rápida e dinâmica. É, sem dúvida, um modelo a ser pensado para o nosso país”. Além da feira, o grupo aproveitou a viagem para visitar o Centro Experimental de Suínos da empresa americana, onde são realizados testes em creche, crescimento e terminação. Eduardo Raele, recém-contratado Gerente Técnico, ficou bastante otimista com os reflexos positivos que a parceria Brasil-EUA pode gerar em nosso mercado. “É importante
ver que uma empresa do tamanho da Nutriquest, com presença em mais de 80% do mercado americano de suínos, investe maciçamente em pesquisas de ponta para estar sempre à frente nas soluções para seus clientes. São mais de 50 testes anuais com suínos, aves e bovinos com foco não só em nutrição, mas em sanidade e nos impactos que este tema pode acarretar na produção animal como um todo”. Outro fator importante desta visita, segundo Raele, foi entender que as pesquisas, mesmo realizadas nos EUA, podem servir à realidade brasileira. “São pesquisas voltadas para solucionar problemas diários, do campo, similares ao que encontramos e vivenciamos no Brasil, como o baixo peso ao nascimento, a baixa produção de leite das fêmeas, alto número de leitões refugos ao desmame”. Para Raele, mesmo com um padrão de nutrição diferente do que realizamos no Brasil “as soluções tendem a ser parecidas, e melhor, com embasamento científico em milhares de animais, com respostas concretas e seguras, o que torna nosso trabalho de transmitir esses conceitos e tecnologias para a nossa produção muito mais fácil”, completa. Sérgio Guastale também vê com bons olhos a incorporação de novas tecnologias em nutrição para o Brasil e também para os Estados Unidos. “É uma via de mão dupla, aonde se tem a experiência de anos de desenvolvimento de produtos que hoje são realidade no uso diário na alimentação de milhões de matrizes em solo americano e que, com certeza, vão se tornar realidade também em nosso rebanho e, por outro lado, uma gama de produtos altamente tecnológicos, inovadores, como a Biocolina (fonte de colina natural) e o Panbonis (fonte de 1,25 Dihidroxivitamina D 3 glicosídeo natural) e o Ascogen (nucleotídeos purificados) que ainda não são conhecidos nos Estados Unidos, mas que já são referência na otimização de performance no Brasil”, conclui.

1/1